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Esta perneira foi testada no biotério da USP de Ribeirão Preto, referência nacional no estudo de venenos e tratamento de acidentes ofídicos, e aprovada para proteção contra acidentes com animais peçonhentos. Em trabalho rural, a cobra é um risco real e silencioso: a maioria dos acidentes ofídicos no Brasil atinge membros inferiores, e a picada acontece durante atividades como roçagem, capina e caminhada em vegetação densa. A perneira que resiste às presas de cobra não é diferente visualmente de qualquer outra, mas a diferença está documentada no laudo de aprovação.
Dupla camada de couro sintético (PVC) com 3 talas internas em polipropileno inteiriças até o tornozelo: cobertura contínua da canela ao tornozelo sem gaps que exponham a pele. A costura é feita por máquina de alta frequência, não costura convencional: a solda eletrônica sela as bordas e impede que a perneira abra sob tensão ou com o uso em campo. As bordas são revestidas com viés de polipropileno para acabamento duradouro.
Modelo fechado, sem proteção de joelho: mais leve e prático para uso contínuo em roçagem, jardinagem e serviços rurais onde o agachamento não é a posição principal de trabalho. CA 52864 aprovado pelo MTE.
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💬 Solicitar Orçamento via WhatsAppO biotério da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP é um dos centros de referência no estudo de animais peçonhentos e tratamento de acidentes ofídicos no Brasil. O teste nesse laboratório verifica se o material da perneira resiste à penetração de presas de cobra sem que o veneno atravesse as camadas de proteção. A aprovação nesse biotério é uma das referências mais reconhecidas no mercado de EPIs para proteção antiofídica.
A perneira foi testada e aprovada no biotério da USP para proteção contra animais peçonhentos, o que significa que resistiu ao teste com presas de cobra nas condições do protocolo. Para máxima eficácia, a perneira deve cobrir toda a canela e o tornozelo sem gaps, ser usada corretamente ajustada e combinada com calçado de cano alto que cubra a região de transição. Nenhum EPI elimina 100% do risco, mas reduz significativamente a probabilidade de inoculação do veneno.
Esta perneira tem 3 talas, é mais leve e não tem proteção de joelho: ideal para roçagem e caminhada em campo onde o joelho não é o ponto de risco prioritário. A Mod 20 tem 5 talas, proteção integrada de joelho e reforço em aço no metatarso: para trabalho mais intenso com ferramentas e risco de impacto no joelho. Para proteção antiofídica com leveza, esta; para proteção completa com mais risco mecânico, a Mod 20.
O modelo fechado sem proteção de joelho é mais leve e menos volumoso, facilitando o uso durante horas em atividades de deslocamento, roçagem e jardinagem. A ausência do reforço de joelho reduz o calor e o peso, aumentando a adesão ao uso contínuo. Para atividades onde o trabalhador ajoelha frequentemente em superfícies irregulares, a Mod 20 com proteção integrada é a escolha mais adequada.
Limpe com água e sabão neutro após cada uso em campo. O PVC resiste à umidade, mas sujeira acumulada entre as camadas pode deteriorar as costuras ao longo do tempo. Seque à sombra e guarde em local seco. Inspecione as bordas e as costuras regularmente: bordas descoladas ou costuras abertas comprometem a proteção e indicam necessidade de substituição.
