Verifique a validade do CA deste produto diretamente no site oficial do Governo Federal:
✔ CONSULTAR CA NO SITE DO GOVERNOCole o número no campo "Nº do CA" e clique em pesquisar.
Luva de raspa com palma reforçada internamente e dorso em tecido sintético: raspa onde o atrito acontece, tecido onde a mão precisa respirar e dobrar. O reforço palmar adiciona camada extra de material na região de maior desgaste sem aumentar o peso ou comprometer o fechamento dos dedos. Para serviços operacionais pesados onde a mão agarra, empurra e carrega o dia inteiro, esse equilíbrio importa.
O modelo petroleira tem elástico embutido no dorso para encaixe firme e seguro sem fivelas ou amarras. A raspa é o material padrão de mercado para proteção mecânica: resiste à abrasão, às escoriações e ao contato com bordas e superfícies irregulares que aparecem em construção civil, montagem de estruturas e carga e descarga de materiais.
CA 40320 aprovado pelo MTE para proteção contra agentes abrasivos, escoriantes e mecânicos. Indicada para construção civil, carga e descarga, montagem de estruturas metálicas, manutenção industrial e exploração florestal.
Compra para empresa? Emitimos nota fiscal.
💬 Solicitar Orçamento via WhatsAppA versão forrada tem forro interno em tecido para proteção térmica em soldagem, com uso certificado até 100°C. Esta versão petroleira não tem forro e é voltada para proteção mecânica: abrasão, escoriação e contato com superfícies irregulares em construção, carga e manutenção. São produtos para riscos diferentes dentro da mesma linha 3Carlos.
O tecido sintético no dorso torna a luva mais leve e flexível. O dorso da mão não é a área de risco mecânico em serviços de carga e construção: o atrito, a abrasão e o contato direto com materiais acontecem na palma. Manter o dorso em tecido reduz o peso total e facilita o movimento sem comprometer a proteção onde ela é necessária.
É a escolha padrão para obras onde a mão tem contato frequente com concreto, ferro, pedras, tijolos, cabos de ferramentas e materiais abrasivos. O modelo petroleira com elástico no dorso mantém a luva no lugar durante pega de peso e manuseio de peças, sem precisar reposicionar durante o trabalho.
Para exploração florestal geral, como manuseio de toras, galhos e ferramentas manuais, sim. Para operação de motosserra, a NR-29 e as normas de segurança específicas exigem luvas com proteção anticorte certificada para esse risco. Consulte o técnico de segurança da empresa antes de definir o EPI adequado para motosserra.
Substitua imediatamente se aparecer: furos ou rasgos na palma, desgaste do reforço interno (palma fica fina ou mole), elástico do dorso sem elasticidade ou rompido, costura solta nos dedos. Luva com proteção comprometida não pode ser usada, independentemente do tempo de uso.
